Confissao: quando passei pela estacao central, fui ao local onde o Clive esteve só para poder sentir que já estive no mesmo metro quadrado do que ele. Nao contem a ninguem.
Relatos de uma Minhoca de sandália e meia branca
A dada altura, o Bola solta mesmo muitas, várias palavras em portugues, quase descontroladamente, deixando-me intrigada. Acendo o candeeiro. Sem pensar, avanco num tom acusador e provavelmente aterrorizado
Um grande abraco aqui do lado A vossa Minhoca
Acho que nao passou até hoje um 10 de Fevereiro no qual eu nao me lembrasse daquele beijo. E a verdade é que 15 anos depois, se me disserem que o Bola é parecido com ele, eu vou sempre dizer que nao, sabendo que é uma engracada coincidencia.
Hoje foi o dia. Já vinha a ameacar há várias semanas, para nao dizer meses.
A noite passada sonhei com o David Fonseca. É nesta parte que alguns dos visitantes abandonam o blog, pensando, é para esta porcaria que eu aqui venho..., vou voltar para o blog do Pacheco Pereira. Vá, saiam, mas de mansinho para nao perturbar. Entao, o David estava sentado no meu sofá country e estávamos a apertar a ponta do nariz um do outro, a brincar ao o-meu-nariz-é-mais-mole-do-que-o-teu. Para quem nao sabe, a minha cartilagem no nariz dá de si, com o passar dos anos isto vai ficando pior, eu acredito mesmo que daqui a cinco anos será possível pressionar de tal forma o meu nariz, a ponto de este se afundar pela minha cara adentro, passando eu a ter semelhancas com o gajo do homem-elefante.
- Bola, obrigada pelo espremedor de citrinos novo!
Quem é que comprou bilhetes para o jogo de futebol do FC Bayern contra o Sporting Clube de Portugal? Isso mesmo. No dia 10 de Marco vou gritar até os pulmoes me saltarem pela boca fora Spooooooooorting, espero nao levar porrada. Se eu depois desta data nunca mais postar, é porque me apercebi tarde demais que estava na claque errada. Recordem-me com carinho e envolvida em verde.
Tenho bolor nas paredes de casa. Pronto, pronto! Já disse. Nao ha que ter vergonha de ter bolor num quarto da casa. Da mesma forma que nao há que ter vergonha quando se vai à farmácia comprar canesten, alias porque caso nos passe pela cabeca ter vergonha, a senhora da farmácia ja nos colocou no saquinho um grande panfleto da marca, cujo slogan diz NAO É PARA TER VERGONHA. Eu atirei-lhe aquele olhar vergonha do que, ó minha pastelona? É que eu desenvolvi olhares para todas as situacoes. Eu consigo dizer frases só com os olhos. Especialmente nos restaurantes, a pedir o meu prato e tal.
Hoje dizia-me alguém em tom de troça, que esta mocinha simpática da foto da esquerda é a mesma bimba da foto da direita, que faz aquele programa da Lucy para homens que gostam de se levantar cedo ao domingo de manhã. Claro que não acreditei. O produto Floribella está protegido com direitos copyright e outros que não contemplam o factor libidinoso-barato.